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Igreja
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Libano
Libano

 

 

Fenícios
Os fenícios não foram aguerridos guerreiros que dominaram militarmente, mas dominaram a navegação e o comércio.
Tornaram-se marinheiros porque viviam em uma estreita faixa de terra entre o mar e a montanha, sem possibilidade de exercer a agricultura.
Viviam onde é hoje o Líbano e suas cidades
eram Sidon, Biblos e Tiro, portos de mar por onde faziam o comércio e a navegação.Construíam suas embarcações com o cedro-do-Líbano e punham-se ao mar transortando tâmaras, púrpura, madeira e objetos de vidro, dos quais eram exímios fabricantes.
 
 

 SidonNewCity.jpgCidade de Sidon ( CRÔNICAS (cap. 22)·4 e madeira de cedro sem conta, porque os sidonios e tírios traziam a Davi cedro em abundância

Foi uma das mais importantes cidades fenícias, e terá sido, possivelmente, a mais antiga. foi fundado um grande império comercial mediterrânico. Homero elogiou os seus habitantes pela especialização no fabrico de vidro e tecidos de cor púrpura. Foi também daqui que saíram os colonos fundadores de Tiro.

 
Iam de porto em porto transportando estas mercadorias e também comprando e vendendo os produtos locais.
O aumento das transações comerciais criou a necessidade de estabelecer um sistema de pesos e medidas constantes, para facilitar a troca de materiais e evitar fraudes. Cada país tinha seus modelos e padrões, que levavam o selo real.Mas a maior inovação foi a criação da moeda.
A princípio as mercadorias eram trocadas entre si, depois criou-se o uso de lingotes ou barras de metal para valer como pagamento nas transações, mas havia uma dificuldade, pois era preciso pesar o metal a cada transação para saber seu valor, o que levou os fenícios a criar objetos com peso pré-determinado, que valessem para qualquer transação.
Então no século VII a.C. surgiu finalmente a moeda, discos de metal, iguais em peso e medida, gravados com seu valor e a imagem do rei de cada país, para garantir seu valor.
Cultura, religião e política
Preocupados em enriquecer os fenícios não se interessavam pelas artes.
Seus objetos de arte eram cópias dos produtos artísticos de outros povos.
Produziam belos tecidos, utensílios de cobre, bronze, cerâmicas e vidro.
Descobriram o meio de fazer o vidro transparente.
 
Vidro Transparente.
 
 
 
 
Nos primeiros tempos adoravam rochedos, árvores e certas pedras negras, de forma oval.
Passaram depois a adorar os astros e as forças da natureza.
Cada cidade tinha um deus, chamado Baal.
 
 

Baal (em hebraico áÇÌòÇì) é uma palavra semítica que significa Senhor, Lorde, Marido ou Dono (Dom). Baal é representado em grego como Belos e em latim como Belus. Esta palavra em hebraico é cognata de outra em acádio, Bel, com o mesmo significado. A forma feminina de Baal é Baalath, o masculino plural é Baalin, e Balaoth no feminino plural. Esta palavra não tinha conotação exclusivamente religiosa, podendo ser empregada em relações pai e filhos (por exemplo) não sendo obrigatória uma separação hierárquica.

 
 
Em Tiro adoravam Melcarte, em Biblos, Adonis.
O culto era feito em templos, onde faziam práticas grosseiras e cruéis, sacrificando crianças que lançavam aos braços incandescentes de Baal.
A organização política era de cidades-estados, das quais as principais foram Sidon, dominada pelos filisteus e Tiro, arrasada em 332 a.C. por Alexandre da Macedônia.
Em suas andanças pelo mar fundaram várias colônias, tendo sido a principal Cartago, no norte da África, destruída pelos romanos.

  

 

 

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